top of page

O que temos de mais autêntico




"A autocompaixão está tornando mais leve admitir erros, reconhecer meus sentimentos mais embaraçosos, dizer a verdade para mim mesma.


Nas sessõesde terapia, imagine, saem cobras e lagartos. Tem vezes que ouvindo meu terapeuta recontar o que eu digo para ele, eu acabo dando risada. Me parecem tão ingênuas, tão pueris certas coisas que eu faço, que me dá vontade de rir - como a gente ri de uma criança que faz traquinagem. Também falo de situações difíceis, dolorosas, brotam sentimentos de medo ou tristeza. E está tudo bem, eu dou voz e vez a esses sentimentos, não preciso mais abafá-los.


E assim, eu acho que aos pouquinhos, eu me reencontro com a autenticidade e me permito ser mais autêntica. A autocompaixão tem me ajudado muito nisso.

Fazer esse podcast, compartilhar as minhas aventuras e desventuras com vocês, também tem me ajudado muito. Só o que eu recebi de vocês toda vez que expus a minha fragilidade foi amor. Muito amor. E sabe, eu acredito que se você fizer o mesmo com as pessoas que lhe são mais íntimas, quando você falar do fundo do coração a sua verdade, você também vai se sentir amado. Porque as nossas manifestações mais autênticas ressoam na autenticidade esquecida do outro, e ele se lembra de quem ele também é.


No fundo, no fundo, o que temos de mais autêntico é uma imensa capacidade de amar." Trecho do episódio 152 do Autoconsciente Podcast - "Do que é preciso para sermos mais autênticos?





Comments


bottom of page